Dudu cobra ações de prevenção para período de chuvas em AL

O deputado estadual Dudu Hollanda (PSD) voltou a utilizar a tribuna da Assembleia Legislativa de Alagoas, na sessão ordinária dessa terça-feira (24), para fazer um alerta acerca das fortes chuvas que caem em todo o estado, cobrando do poder público ações de prevenção durante o período chuvoso, a fim de se evitar catástrofes naturais como a registrada em 2010, quando milhares de pessoas ficaram desabrigadas em virtude de enchentes que assolaram dezenas de municípios alagoanos.

Na oportunidade, Dudu externou sua preocupação para com o aumento dos níveis dos rios Mundaú e Paraíba, lamentando o fato de as autoridades municipais não terem elaborado um plano com vistas às fortes chuvas. Prova disso, reforça o parlamentar, são os alagamentos registrados em diversos pontos da cidade e que refletem também a deficiência na coleta do lixo, obstruindo córregos e aumentando os riscos de acidentes em áreas de encosta. “A Defesa Civil, juntamente com os órgãos de infraestrutura, poderia ter cuidado melhor dos vales e riachos que cortam a cidade de Maceió, bem como do saneamento”, discursou Dudu Hollanda.

Na oportunidade, o deputado disse que sua preocupação com as muitas vidas em risco também envolve a questão ambiental, pois, o lixo descartado em riachos como o Salgadinho vai desaguar nas praias da capital, ocasionando, por exemplo, a mortandade de peixes e prejudicando aqueles que sobrevivem da pesca em Maceió.

“A situação da Praia da Avenida, por exemplo, é absurda. São toneladas e mais toneladas de lixo. A Prefeitura de Maceió utiliza um trator para fazer a limpeza somente agora, quando o acúmulo de lixo poderia ter sido evitado”, criticou Hollanda, cobrando mais ações do Executivo.

“É com pesar que, após 20 anos de atuação na vida pública, volto a destacar o mesmo descaso por parte do poder público municipal, que não executa serviços no sentido de tentar despoluir o Riacho Salgadinho”, emendou o parlamentar, para quem a ausência de um trabalho de prevenção é o que torna as praias de Maceió, “principalmente a da Avenida”, impróprias para o banho.

*Com assessoria da ALE

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