Holanda reforça necessidade de cemitério no Benedito Bentes

O vereador Eduardo Holanda (PMN) não para de pensar em melhorias à população maceioense, sobretudo para os mais necessitados, habitantes da periferia da capital alagoana. E foi almejando minimizar o transtorno representado pela necessidade de se proceder o sepultamento de um ente querido que o presidente da Câmara Municipal de Maceió buscou, ainda em maio de 1997, sensibilizar a Prefeitura de Maceió quanto à importância da construção de um cemitério público no bairro Benedito Bentes, na parte alta da cidade.

O tema volta à tona mais de uma década depois, quando os cemitérios públicos da parte baixa da cidade já se encontram lotados. “Isso sem lembrar a condição subumana em que muitas pessoas são enterradas, como indigentes, no cemitério Divina Pastora, no distrito de Rio Novo, na Grande Maceió”, salienta o vereador, acreditando na possibilidade de o Executivo vir a autorizar a construção de um novo e digno espaço, atendendo assim toda a comunidade do complexo residencial que já ultrapassa os 100 mil habitantes. 

“A dificuldade para transporte é muito séria, assim como para translado do corpo. Para tal, apresentamos este projeto, em reposta à solicitação de vários moradores daquela localidade”, reforça Eduardo Holanda, lembrando, contudo, já existir um cemitério no Tabuleiro do Martins, denominado São Luiz. 

De acordo com o Código de Posturas do Município de Maceió, Lei nº 3.583/85, depois de três anos em que um cadáver for enterrado, responsáveis pela administração do cemitério (que compete à Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano, a SMCCU) fazem a remoção dos restos mortais para ossários, todos com a devida identificação. Com tal atitude, a Prefeitura garante evita a superlotação dos cemitérios.

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